O que aprendemos com 28.000 ligações de vendas

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  • Parabénss!!!
    Como sempre artigos épicos.

  • Parabéns! Excelente trabalho!

  • Leonardo Zamboni

    Segue a mesma tendência para cobrança?

    • Diego Wagner

      Olá Leonardo, tudo bem?

      As taxas de conexão (quantas vezes o cliente vai atender o telefone) tendem a ser as mesmas, já que antes dele atender provavelmente não se sabe do que a ligação quer tratar.

      Já o número de ligações significativas deve variar, tendo em vista que ligações de venda e cobrança tem objetivos bem diferentes.

      Abraços!

  • João Selarim

    Sensacional, pessoal!!
    🙂

  • Gilmar De Souza Filho

    Excelente artigo!

    Um ponto de atenção é explicitar melhor nas analises quando vocês estão tratando de variações percentuais ou de variações em *pontos* percentuais.

    Vamos pegar a frase “Perceba que a taxa de conexão é 17% superior em telefones fixos.” como ex.

    Nesse caso a taxa de conexão é 17 pontos percentuais superior. Se colocarmos em termos de porcentagem o correto seria afirmar que a taxa de conexão é 34% superior em telefones fixos.

    A mudança pode parecer sutil, porém um ganho de 34% pode justificar mudanças / projetos / políticas que “só 17%” não levariam a aprovação 😉

    Um grande abraço,

    • Gilmar, você tem razão. Nosso português deixou a desejar nesse ponto haha 🙂

      Estou fazendo agora um pente fino no artigo.

      Abração!

      • Gilmar De Souza Filho

        Diego,

        Uma pergunta que surgiu agora: os dados usados nesse post e do “Cliente não compareceu? O que aprendemos sobre isso estudando 5.000 demos” são da operação de vendas da Meetime ou das empresas que usam os produtos de vocês?

        Abs

        • Gilmar, os dados vieram das empresas que usam o nosso produto, em ambos os posts :).

          Abs

  • Muito interessante 🙂

  • Se eu tivesse que chutar, diria que números do mesmo DDD seriam atendidos com mais frequência. Muito legal ter posts data driven como estes para aprender mais sobre o mercado brasileiro.

    • Fala Diego!

      Eu chutaria o mesmo antes da análise, até por funcionalidades como Local Presence em outros players americanos (trocar seu DDD pelo mesmo do prospect que você está ligando). Pelo menos nesse estudo a variação foi de 7 pontos percentuais nos celulares, a favor das ligações entre DDDs.

      E obrigado pelo comentário, ser data driven tem sido nosso foco desde o dia 1.

      Abs!

  • Guilherme Lopes Nogueira

    Muito bom saber que a variação do melhor horário para as ligações não mostra uma diferença muito expressiva. Esse quesito é muito importante para quem não desgruda do telefone, no objetivo de uma ligação mais acertiva.

    Muito bom o artigo.

    • Exato, Guilherme, você pegou o ponto.

      Queríamos provar ou invalidar essa suspeita: se Inside Sales é um jogo de números e de característica processual, existe mesmo um horário / dia ideal ou os dados são relativamente uniformes?

      O estudo mostra que sim, os dados são uniformes e a melhor saída a meu ver é considerar o número geral ao analisar suas atividades: em média conectarei 58% das ligações feitas 🙂

      Abraços!

  • Evandro Z. Pavei

    Ótimo post, Diegão! Parabéns!

    Uma sugestão: Seria interessante saber a quantidade de ligações realizadas por horário também.

    Abraço!

    • Muito bom, Evandro! Valeu pelo toque. Fiquei na dúvida sobre o que você gostaria de ver.

      Tu se refere a um mapa de calor com a quantidade de ligações realizadas? Esse gráfico diria os horários mais populares em que as pessoas ligam.

      Ou tu se refere às quantidades em cada célula do mapa de calor na dúvida 3? Lá são as ligações conectadas e optamos por só trazer as porcentagens para deixar o post mais “limpo” visualmente 😉

      Abs!

      • Evandro Z. Pavei

        Opa! Me refiro ao mapa de calor com a quantidade de ligações realizadas. Mas nem precisaria tanto, só para se ter uma noção por horário da semana inteira já seria legal. Por exemplo: 4000 das 28000 ligações foram realizadas no horário entre 8h e 9h durante o período do estudo, 3000 entre 9h e 10h … e etc. Esse valor ao lado da tabela da dúvida 3 ficaria legal! 🙂 Isso para se ter uma ideia de quão significativa é a porcentagem de ligações conectadas da tabela.

        Abraço!

  • Animal Diego!

    Parabéns pelo ótimo post e pelo embasamento em métricas!

  • Michel Diamante

    Gostei muito do post e parabéns pelo feito!!!

    • Muito obrigado, Michel! Continuaremos entregando posts assim 🙂

      Abs

  • Lud Fernandes

    Massa o conteúdo!

  • Caio Vaz

    Muito bom. A análise da dúvida 6 foi bem pertinente. Parabéns pelo estudo.

    • Muito obrigado Caio!
      Quando levantamos essa dúvida sabíamos que o tempo de duração era a variável mais próxima de ter uma relação com as conversas significativas, e que estava nos nossos dados. Surpreendentemente ele mostrou essa relação aos 5 minutos, e a estabilidade após.
      Abs!

      • Caio Vaz

        Legal, Diego. Por isso a importância de ter o processo de vendas E de call bem estruturados.

  • Putz, é bem isso mesmo!!!!!!!!!!!!!!!

  • Marcelo Aragão

    cara, parabéns!! muito bom mesmo

  • Steiner Frazão

    Diego, achei muito interessante seu estudo.
    Faço um trabalho de capacitação voltado a empresas e faço um blog para elas. Disponibilizei seu estudo para uma empresa colocando, claro, seu site e link. O link de acesso é http://editor.wix.com/html/editor/web/renderer/external_preview/document/3859a278-38dc-4298-8a07-0816b6392e06?metaSiteId=ff9bd0ea-48ec-4c8a-8ad7-81f13b10a0e3&isExternalPreview=true#!O-que-aprendemos-com-28000-ligações-de-vendas/c1sbz/5846bd47698069292e0adbc5
    Se não aprovar, por favor me diga que tiro do ar.
    Parabéns e sucesso.

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  • Diego, muito interessante. Do ponto de vista operacional são números valiosos.

    • Fala Felipe!
      É bem nisso que focamos o post: dar insumos operacionais, para quem vai fazer ligações amanhã cedo, por exemplo 🙂
      Abs!

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